O adeus de uma Cagona
Cantava... num julgamento eterno de auto comiseração. Um pedaço de energia que se gerou na sua ideia transformou-se num palco prisão. A cagona, superficialidade porosa que sua reflexos e mentiras creditadas pelos serviços de autenticação do seu sistema nervoso.
Essa mulher, que já não mulher, imersa e desprovida de contacto com uma realidade aceite por todos, ela despe-se convicta de um presente que oferece aos demais que deverão estar boquiabertos e eternamente agradecidos.
Rainha do mundo cão, princesa vaca do reino Não, luminoso quanto baste para indicar aos zaratrustras deste universo o caminho enlameado para esse éden suturno e cabisbaixo de boite improvisada. no qual ela dança, no qual ela canta, no qual ela se despe defronte um espelho.
Sempre parecendo que se prepara para a inevitabilidade de um dia se encontrar.
Aflita, a Cagona, de espírito aberto e de visão fechada, trancada no quarto, penteia 100 vezes a peruca.
No quarto, com água quente a correr na banheira...
Leu algures algo sobre filósofos gregos, centuriões romanos e despedidas honrosas.
Que romantico não é?

1 Comments:
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