APETITE A METRO

Coisas de gaveta, para gente de gaveta.

Meno:
Miesto: Lisboa, Portugal

É colocada à disposição dos que visitam este blog a criatividade que sempre esteve na gaveta. Desenhos, escritos, contos, divagações, músicas, poesia... tudo o que for encontrando. Tudo que encontrar aqui é original, não contém nenhuma espécie de plágio ou cópia de outro autor que não os que neste blog participam.

piatok, februára 24, 2006

O adeus de uma Cagona

Cantava... num julgamento eterno de auto comiseração. Um pedaço de energia que se gerou na sua ideia transformou-se num palco prisão.

A cagona, superficialidade porosa que sua reflexos e mentiras creditadas pelos serviços de autenticação do seu sistema nervoso.

Essa mulher, que já não mulher, imersa e desprovida de contacto com uma realidade aceite por todos, ela despe-se convicta de um presente que oferece aos demais que deverão estar boquiabertos e eternamente agradecidos.

Rainha do mundo cão, princesa vaca do reino Não, luminoso quanto baste para indicar aos zaratrustras deste universo o caminho enlameado para esse éden suturno e cabisbaixo de boite improvisada. no qual ela dança, no qual ela canta, no qual ela se despe defronte um espelho.

Sempre parecendo que se prepara para a inevitabilidade de um dia se encontrar.

Aflita, a Cagona, de espírito aberto e de visão fechada, trancada no quarto, penteia 100 vezes a peruca.

No quarto, com água quente a correr na banheira...

Leu algures algo sobre filósofos gregos, centuriões romanos e despedidas honrosas.

Que romantico não é?